sábado, 3 de agosto de 2013

Google lança próprio Serviço de Rasteamento para Android

O Google, enfim, anunciou que terá seu próprio serviço de rastreamento de celulares. A gigante das buscas era uma das poucas empresas no mercado de smartphones a não fornecer nenhum tipo de suporte a tal tecnologia. A concorrência, como Apple, Microsoft e BlackBerry, já oferecem soluções semelhantes há tempos.

Google, enfim, anunciou seu próprio rastreador para Android (Foto: Divulgação)

A novidade foi anunciada por meio de uma publicação no blog oficial do Android no Google e ainda não tem uma data exata para chegar ao mercado, mas o prazo é que ele seja lançado ainda este mês.
O Android Device Manager, futuro nome do serviço, terá duas funções simples de segurança: além do rastreador, também será possível apagar os arquivos e dados pessoais do celular. “Perder o telefone pode ser estressante e o Android Device Manager pode ajudar você a evitar que seus dados caiam nas mãos erradas. Se o telefone não for recuperado, ou tiver sido roubado, você pode apagar todos os seus dados do aparelho de forma rápida e segura”, diz o Google.

O rastreador funcionará como todos os seus concorrentes, que fornecem programas ou endereços na web para descobrir a localização exata dele e, também, enviar alertas sonoros, mesmo que o celular esteja no modo silencioso.
O serviço estará disponível para usuários que possuem smartphones com o Android 2.2 ou superior “até o fim do mês”, segundo o Google. Será necessário estar logado à Conta do Google para utilizar o programa. Além da versão para acessar pelo PC, haverá um aplicativo para ser utilizado no próprio celular.
Antes do anúncio, outras empresas - e até mesmo algumas fabricantes, como a Sony - já haviam lançado aplicações do gênero, para suprir a ausência deixada pelo Google.
Via Android.

Aperçoado Recurso de Busca por Voz para PC's e Macs com Chrome

Da mesma forma como já acontece com o Google Now em smartphones e tablets, o Google inseriu um atalho para que a busca por voz possa ser realizada diretamente no seu navegador Chrome. Todo o processo é realizado sem o auxílio de um mouse, ou toque na tela.

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O navegador Chrome, e apenas ele, permite que a busca realizada dentro do site do Google possa ser realizada por meio da voz. Este recurso não é novo e está presente dentro da barra onde o termo a ser pesquisado é inserido, em um pequeno ícone cinza de microfone na parte direita. A busca pode ser realizada com um clique no ícone, ou, agora, com um atalho que funciona tanto em PCs quanto em Macs. Nos computadores com Windows – ou Macs que utilizam teclados que não são da Apple – basta segurar Control + Shift + . (ponto final) e no teclado da Apple em Macs, basta trocar o Control pela tecla Command, que é a tecla que está em ambas as laterais da barra de espaço, e que exibe este sinal: ⌘.
Ao pressionar as três teclas ao mesmo tempo, a interface de busca – que é exatamente a mesma que está presente no Google Now de aparelhos móveis, é exibida e a pesquisa pode ser realizada com o termo falado. Em testes realizados, o reconhecimento dificilmente errou um termo, mesmo em língua estrangeira. Em alguns momentos, o buscador não finalizou o reconhecimento de voz, que pode ser concluído ao pressionar a tecla Enter.

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Este recurso também responde algumas perguntas, mas não na língua portuguesa que utilizamos. Para um teste, entramos no Google do Reino Unido (www.google.co.uk) e perguntamos quem é Barack Obama (dizendo: Who is Barack Obama?). O sistema respondeu, em uma voz natural, com base no resultado que a Wikipédia entrega.
Este recurso exige que o computador esteja conectado à um microfone, que pode ser o que já existe em vários notebooks, ou então algum microfone configurado pela porta USB.


Como saber se seu Android é Vunerável à Falha que afeta 99% dos aparelhos com o Sistema.

O Android teve uma falha de segurança revelada recentemente pela empresa Blueblox, que deixou usuários do sistema do Google preocupados. O problema afeta 99% dos aparelhos e ainda não foi completamente resolvido. Entretanto, há uma maneira de saber se seu smartphone corre risco de ser infectado. Confira neste tutorial do TechTudo se seu aparelho está livre desta ameaça.
Passo 1. Instale a ferramenta de verificação lançada pela própria Bluebox. Para isso, vá até o Google Play e baixe o aplicativo Bluebox Security Scanner.

O primeiro passo é instalar o scanner de segurança Bluebox (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)

Passo 2. Inicie o aplicativo para que ele faça um escaneamento inicial. O aplicativo mostrará com um texto vermelho as falhas de segurança encontradas. Caso a mensagem “Unpatched .. Vulnerable to bug” for exibida no primeiro quadro, não há motivo para pânico. O aplicativo apenas alerta que a falha ainda não foi corrigida.

Ao iniciar o Bluebox, ele já realiza o escaneamento (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)

Passo 3. Se o terceiro quadro exibir a mensagem “No malicious apps found”, significa que nenhum aplicativo malicioso foi encontrado, mesmo a brecha de segurança existindo. Se quiser fazer um novo escaneamento, basta tocar no menu no canto superior direito da tela.


Você pode escanear novamente tocando no menu no canto superior direito  (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)

Passo 4. No segundo quadro, perceba que a expressão "Allowed" significa que o Android está aceitando aplicativos de fontes desconhecidas, o que aumenta o risco do seu smartphone. Para ajudar a coibir qualquer app malicioso, acesse o menu “Configurações”, toque em “Segurança” e desmaque a opção "Fontes desconhecidas".


Desative a instalação para fontes desconhecidas  (Foto: Reprodução / Dario Coutinho)

Passo 5. Caso não seja encontrada nenhuma brecha de segurança, como exibida na imagem abaixo, significa que seu aparelho está completamente seguro contra a falha “Master Key.

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Até o momento, a falha “Master Key” só pode ser corrigida através atualização do Android para, pelo menos, a versão 4.2.2 (Jelly Bean). De qualquer forma, mantenha sempre um backup dos seus dados salvos no computador e tenha atenção na hora de instalar aplicativos, até mesmo da Google Play, pois vários aplicativos maliciosos já foram encontrados dentro da loja oficial do sistema.

Android 4.3: Compreenda melhor as Novidades do Novo S.O.

O Android 4.3, enfim, foi oficializado. A nova versão do sistema operacional móvel do Google foi um dos destaques do evento desta quarta-feira (24), em San Francisco, onde foi apresentado também o novo tablet Nexus 7. Dentre as principais novidades estão suporte a um novo motor gráfico, multiusuários com perfis restritos e algumas mudanças nos aplicativos.
O sistema já está disponível para a linha Nexus e chegará a todos os telefones da linha "Google Edition" em seguida. Já o primeiro aparelho lançado com o Android 4.3 de fábrica é o novo tablet Nexus 7.

Novo Android é mais rápido, suave e com melhor resposta (Foto: Divulgação)

A função de multiusuários vinha sendo testada em versões anteriores do sistema, mas nesta nova versão ela foi aperfeiçoada. Além de trazer diferentes perfis, agora ele funcionará como nos computadores: um administrador poderá designar todas as permissões de um outro usuário. Assim, um pai poderá restringir a compras de apps e o acesso a determinados recursos nos perfis de seus filhos, por exemplo. O recurso, quando apresentado, se mostrou capaz de filtrar até os níveis gratuitos de um jogo específico.

O Bluetooth Smart, por sua vez, não tem grandes diferenças para o Bluetooth tradicional. Seu funcionamento é o mesmo, mas a busca de dispositivos é mais eficiente e ele consome menos bateria. Como diz seu nome, ela é uma conectividade mais inteligente. De acordo com pesquisas recentes, esta nova tecnologia promete gastar até 17 vezes menos energia do que a original. Conhecido também como Bluetooth Low Energy, ele pode se torna o novo padrão em breve.

O que mais chamou a atenção no novo Android, porém, foi sua compatibilidade com a API gráfica OpenGL ES 3.0, que trará experiências gráficas de qualidade aos dispositivos com o sistema do Google. No evento, foi demonstrada uma versão de um game de corrida da Unity que apresentou um visual bastante apurado no novo Nexus 7. Além disso, o novo motor gráfico trouxe suporte a vídeos FullHD (1080p).
No site oficial de desenvolvedores do Android foram divulgadas mais algumas novidades, como a capacidade maior de reproduções de mídia, o acesso remoto à barra de notificações e melhorias nas ferramentas de perfis. De acordo com o Google, o Android 4.3 está mais rápido, mais leve e mais suave. O TechTudo fez testes com uma versão vazada do novo Android em um Nexus e confirmou algumas melhorias, mas pouquíssimas inovações.

Google lança Android 4.3, Tablet Nexus e Aparelho que transforma qualquer TV em SmartTV

Android 4.3Os aguardados Nexus 7 e Android 4.3 foram, enfim, revelados. Depois de tantos vazamentos, o evento do Google desta terça-feira (24), em San Francisco (EUA), teria sido pouco notório se não fosse pelo Chromecast, um pequeno "pen drive" HDMI que transforma qualquer TV em uma "SmartTV" capaz de realizar streaming de vídeos - e custa só US$ 35.

Nexus 7: nova geração tem câmera e tela com resolução melhor que FullHD (Foto: Divulgação)

O evento, chamado "Um Café da Manhã com Sundar Pinchai", um dos executivos do alto escalão do Google, revelou que a conversa entre os jornalistas seria sobre dois assuntos principais: o Android e o Chrome. Foram apresentados dados com o crescimento das plataformas, como de costume, e Hugo Barra então assumiu as rédeas para falar do novo Nexus 7.

De acordo com Hugo, portabilidade, performance e o poder do Google são os principais valores do tablet, que foi desenhado para ser mais portátil e confortável do que seu antecessor. Agora, com 2mm a menos de espessura e 50g a menos no peso, o tablet traz pequenas mudanças visuais no acabamento e uma grande melhoria no display: o novo Nexus 7 terá a melhor tela do mercado de sete polegadas, com resolução aumentando de 1280 x 800 para 1920 x 1200 pixels (em comparação com seu antecessor). A densidade de pixels por polegadas também cresceu: de 216 para 323 ppi.

Diferença entre o antigo e o novo Nexus 7: grandes mudanças internas (Foto: Divulgação)

O som também melhorou, com as novas caixas de som estéreos. Além disso, ele terá as especificações já divulgadas pela Best Buy em sua pré-venda: processador quad-core Snapdragon S4 Pro com 1,5 GHz, oito vezes mais rápido que o antecessor e com GPU com processamento quatro vezes melhor; 2 GB de RAM; câmera de 5 megapixels e de 2 MP para videochamadas, conectividades NFC, Bluetooth 4.0, 4G, carregamento sem fio e bateria de até 10 horas de navegação na Internet. "Ele é ótimo, vocês têm que experimentar", disse Hugo, na ocasião.
Foram divulgadas três versões do aparelho: 16 GB e 32 GB com Wi-Fi, além de uma outra com 32 GB e conexão 4G LTE. Eles custarão US$ 229, US$ 269 e US$ 329, respectivamente.

Traseira do Nexus 7: por fora, diferença notável é a nova câmera traseira (Foto: Divulgação)

Na próxima terça-feira, o aparelho começará a ser vendido no Google Play e em 11 redes de lojas dos EUA nas primeiras duas versões. O modelo 4G é compatível com três operadoras norte-americanas e chega "nas próximas semanas". Os primeiros países a receberem o tablet serão Reino Unido, Coreia do Sul, Austrália, Espanha, Japão, Alemanha, França e Canadá. Outros países, como o Brasil, terão o aparelho "em breve".

O Android que fará parte do novo Nexus 7 será o novo 4.3, que trouxe muitas mudanças internas, como o suporte a multiusuários com perfis restritos. Este recurso traz um controle do acesso de cada usuário aos apps instalados. "Agora, finalmente, os pais poderão ficar tranquilos com o que seus filhos estão abrindo no tablet", disse Hugo, enquanto apresentava um app com a seção de pagamentos bloqueada.
Outra novidade é o Bluetooth Smart, que consume menos energia; e o suporte ao OpenGL ES 3.0, um motor de renderização gráfica poderoso.

domingo, 28 de julho de 2013

O Inovador homem de Negócios e Filho de Cientista da NASA, Conheça o Cofundador do Google

O Google tem como missão fundamental "organizar as informações do mundo e torná-las mundialmente acessíveis e úteis". O objetivo da empresa também se confunde com o ideal de Sergey Brin, um de seus cofundadores e homem mais rico do mundo na faixa etária entre 30 e 39 anos, com patrimônio estimado em US$ 25,5 bilhões.

Brin é um entusiasta da difusão de conhecimento. Nascido em 1973, em Moscou, na já extinta União Soviética, viu sua família ser compelida a deixar o país devido à rejeição contra pessoas judias logo aos seis anos. Eles partiram em direção aos Estados Unidos, onde seu pai, Michael Brin, se tornou professor de matemática na Universidade de Maryland, e, sua mãe, Eugenia Brin, trabalhou como cientista para a Nasa até a aposentadoria.

Eugenia se desligou do trabalho com problemas sérios de saúde. Desde 1997, com 49 anos, ela vinha apresentando sintomas iniciais do mal de Parkinson. O problema de sua mãe fez com que Sergey Brin se tornasse um grande financiador das pesquisas contra a doença. Mais do que salvá-la, ele também sonha em resolver o problema antes que ele mesmo passe a sofrer do mesmo mal. Já foi confirmado que o cofundador do Google possui o gene causador do problema, com possibilidade de cerca de 50% de desenvolvimento da doença.

O caso serve para exemplificar uma posição bastante clara de Brin: a ignorância nunca é uma bênção. Perfil publicado em 2008 na revista the Economist descreve um episódio durante uma palestra com a presença do executivo. Questionado por um participante sobre a possibilidade de não fazer o exame para evitar se deparar com a doença, o cofundador disse que “conhecimento sempre é bom, e certamente sempre é melhor do que a ignorância”.

Sua vida no Google

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ReproduçãoSergey Brin conheceu Larry Page em 1996, na Universidade de Stanford, onde concluiu seu mestrado e estudava para receber seu doutorado em ciência da computação, quando começaram a desenvolver sua ferramenta de buscas, conhecida, originalmente, como BackRub. Com o sucesso, passou a focar seus esforços neste sistema e acabou desistindo temporariamente dos estudos.

Em 1998, finalmente o Google foi oficialmente fundado como empresa, ainda funcionando na garagem de um amigo. A companhia viria a abrir seu capital em 2004, pelo valor de US$ 85 por ação (atualmente elas valem US$ 890). Sergey Brin ainda detém 8% de todas as ações da companhia.

Brin atuou entre 2001 e 2011 como presidente de tecnologia da empresa, posição da qual se desligou para assumir a vaga de diretor de projetos especiais. Ele é a mente por trás de projetos ambiciosos como o Google Glass e o carro que se dirige sozinho. O cofundador da empresa também comanda um laboratório de robótica da companhia e, em 2010, chegou a comparecer a um evento da Nasa remotamente, comandando um robô chamado “BrinBot” que transmitia imagens suas para os visitantes, enquanto enviava o vídeo para seu computador.

Outras atividades

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ReproduçãoSergey Brin fundou, juntamente com Larry Page, a Google.org, um braço filantrópico da empresa, que investe no desenvolvimento de fontes de energia alternativas e renováveis. Ele também é acionista minoritário da Tesla Motors, empresa que desenvolve carros elétricos.

Brin também fez investimento de US$ 5 milhões em uma empresa de turismo espacial chamada Space Adventures, com o objetivo de participar de um voo em 2011.

Ele também aplica na empresa 23andMe, empresa de mapeamento genético fundada pela sua esposa Anne Wojcicki. Seu financiamento bancou uma iniciativa da companhia para providenciar testes gratuitos para pessoas com o mal de Parkinson.

sábado, 13 de julho de 2013

Hangouts terá chamadas de Voz via Gmail, Google+ e Chrome



O Google anunciou no blog oficial do Gmail a adição da ferramenta para realizar ligações por voz pelo novo aplicativo Hangouts (que substituiu o Gtalk recentemente). A ferramenta estava disponível, mas havia “desaparecido” com a integração dos serviços da companhia.

O recurso vai funcionar em três versões do Hangouts: Gmail, Google+ e extensão do navegador Google Chrome. A novidade é que as ligações, agora, são gratuitas, para números de Estados Unidos e Canadá, sendo realizadas de quaisquer países onde a funcionalidade esteja disponível. As tarifas para as ligações internacionais seguem, de acordo com o Google, “muito, muito baixas”.

Para realizar uma chamada, basta buscar a opção “Call a phone”, em português, “Ligar para um telefone”, em algum dos Hangouts. Um teclado deve aparecer para o usuário realizar a ligação. Também deve ser possível ligar diretamente para um contato que já tenha um número armazenado, abrindo o bate-papo com ele e selecionando esta opção.



A nova funcionalidade deve ser disponibilizada para todos os usuários “nos próximos dias”. A ideia por trás de todas esta novidades, desde a integração dos serviços num único lugar, é simples: concorrer com o Facebook Messenger e outros aplicativos de ligações e bate-papo, tanto para dispositivos móveis como para computadores.
“Como dissemos antes, o Hangouts é desenhado para ser o futuro do Google Voice, e fazer/receber chamadas é somente o início”, diz a publicação do Google em que o novo recurso foi anunciado